Ayurveda na shantala

A Shantala é uma técnica de massagem milenar e faz parte de conhecimentos da medicina Ayurveda. Para agregar ainda mais conhecimento e aprimorar a técnica, convidei minha colega Patrícia Zvirtes para junto comigo elaborar um curso completo com todo conhecimento necessário para que tanto profissionais quanto os pais e cuidadores que desejam aprender essa técnica possam fazer de forma segura nos bebês.
Em breve estaremos divulgando o link para o curso.

A Shantala auxilia no relaxamento e no sono do bebê.

Enfermeira Michele Ferreira

Frederick Leboyer, médico obstetra francês que trouxe a técnica da massagem para o ocidente em 1970, conta que em Calcutá a mais abandonada de todas as cidades da Índia, numa bela manhã de sol, encontrou Shantala, sentada no chão, massageando seu bebê. A massagem parecia um ritual, lento e harmônico e com toque firme.  O nome Shantala, é em homenagem a mãe que estava massageando seu filho. O médico pediu permissão para fotografar os passos da massagem e publicou em seu livro.

É indicada para bebês a partir de um mês de vida, auxilia a criança a relaxar, eliminar tensões, bloqueios e insônia. Proporciona segurança e eleva auto-estima, equilibrando os sistemas energético e emocional. Também atua em disfunções orgânicas como cólica e prisão de ventre, entre outros benefícios (Nardo et al, 2014). A Shantala é uma terapia complementar simples, acessível, de baixíssimo custo para promoção e atenção em saúde, fortalecendo…

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Seu bebê chora muito?

O choro do bebê é uma forma de comunicação. Com o passar dos dias a mamãe e o papai estarão conhecendo os motivos do choro.

As causas mais comuns do choro são:

No momento de trocar fraldas. O bebê não gosta de roupas que tenham que passar pela cabeça para colocar.

Frio. O bebê só se acalma no colo. Pode colocar uma bolsa de gel aquecida e protegida com uma toalha para aquecer o bebê.

A mamãe está cansada com os cuidados diários do bebê que chora muito. Ideal é que o papai ou a vovó ou outra pessoa que esteja auxiliando a mãe. Segure o bebê de barriga para baixo, como demostro na foto, caminhar e cantarolar para o bebê se acalmar. Vai dar certo!

Quer saber mais? Entre em contato e se informe sobre os meus cursos de cuidados ao bebê.

Um Beijo!

Caderneta de Saúde da Criança

O que é a caderneta de saúde da criança?

Os pais recebem a Caderneta de Saúde da Criança, de forma gratuita, nas maternidades e lá, tem informações importantíssimas. É um diário sobre o nascimento do bebê com o peso, comprimento ao nascer, como foram as condições de nascimento da criança. Mas não é só isso, também tem orientações para os primeiros cuidados com o bebê, de como facilitar o aleitamento materno, como cuidar do umbigo, receita de soro caseiro, aspectos do desenvolvimento da criança e ainda consta algumas recomendações para prevenção de acidentes na infância entre outras informações.

Não esqueça de levar a caderneta de saúde da criança nas consultas de rotina com o profissional de saúde e no dia de vacinação. A caderneta também é solicitada no momento da matrícula na escola.

Uma novidade que o Ministério da Saúde criou foi o Aplicativo “vacinação em dia”, disponível para auxiliar os pais a manterem as vacinas em dia e tem a opção de notificação para não correr o risco de esquecer.

Eu acredito que informações seguras e de qualidade é empoderador e ler toda a caderneta nos primeiros dias de vida do bebê pode deixar os pais mais seguros.

O link para acessar a caderneta para menina:

Clique para acessar o caderneta_saude_crianca_menina_11ed.pdf

O link para acessar a caderneta para menino:

Clique para acessar o caderneta_saude_crianca_menino_11ed.pdf

Acompanhe nossa agenda de cursos. Está disponível nas redes sociais e para solicitar mais informações o contato por telefone: (51) 9 8405-6323

Um grande abraço.

Amamente o bebê no momento da vacina

Que momento difícil para as mamães e os papais a vacinação dos filhotes! Algumas mamães relatam que não conseguem ficar na sala de vacina, solicitam para os pais segurarem o bebê e choram junto com o bebê. 

Mas o Ministério da Saúde no manual de normas e procedimentos para vacinação de 2014 na página 50 publicou a seguinte recomendação: Caso a criança esteja em aleitamento materno, oriente a mãe para amamentá-la durante a vacinação, para maior relaxamento da criança e redução da agitação. Pois a sucção produz analgesia natural!

 Baseado em evidências científicas, a OMS elaborou um documento recomendando a amamentação durante a vacinação. O leite materno contém endorfina, substância química que ajuda a suprimir a dor. É uma boa ideia amamentar o bebê na hora da vacina. Ajuda a superar a dor e o leite materno também reforça a eficiência da vacina (Castro, 2012). A amamentação é uma estratégia natural, facilmente disponível, fácil de usar e livre de intervenção que pode ser facilmente adotada pelos prestadores de cuidados de saúde e pais (Shah, Aliwalas & Shah, 2006).

Portanto, vamos divulgar essa informação e acabar com o sofrimento e dor dos bebês, mamães e papais durante a vacinação.

Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf

Nos siga nas redes sociais e no blog, vamos compartilhar informações baseadas em evidências científicas com qualidade.

Abraço.

Os benefícios da amamentação exclusiva

A amamentação poderia evitar mais de 820 mil mortes de crianças menores de 5 anos no mundo, por isso é um assunto que não deve ser negligenciado pelas futuras mamães e pelos profissionais da saúde. A prevalência de amamentação exclusiva até 6 meses de vida do bebê em Porto Alegre é de 38,2%. A prática alimentar inadequada nos primeiros 2 anos de vida está associada ao aumento de doenças infecciosas, desnutrição, excesso de peso, carência de nutrientes como ferro, zinco e vitamina A.

O aleitamento materno promove a saúde mental, psíquica e física da mãe e da criança.  Mas segundo Henrietta Fore, diretora executiva da UNICEF, as mães não recebem apoio suficiente para poderem amamentar, mesmo por profissionais de saúde.

A OMS e a UNICEF recomendam não afastar a mãe e o bebê logo após o nascimento, permitindo o contato pele a pele e o início da amamentação com orientações e apoio dos profissionais da saúde. Ainda há locais que desperdiçam o colostro e oferecem ao recém nascido fórmula infantil e água com açúcar. 

O colostro é o primeiro leite da mãe, rico em nutrientes e anticorpos importantíssimos para a saúde do bebê.

A OMS e o Ministério da Saúde recomendam que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até aos seis meses, sem necessidade de fornecer nenhum outro líquido, nem mesmo água, chá, ou suco. As mães devem se preparar para amamentar sem horário marcado e pelo tempo que o bebê determinar. É preciso reconhecer os sinais de fome do bebê que são: Procura pelo seio materno (virando a cabeça para os lados), sugar as mãozinhas, choro. No Brasil 42,9% iniciaram a amamentação na primeira hora de vida do bebê. 

A partir dos 6 meses de vida a criança deve receber frutas, verduras, legumes e comida salgada.

Fonte: II pesquisa de prevalência de aleitamento materno nas capitais brasileiras e DF 2009.

Quer receber informações sobre amamentação e cuidados ao bebê? Nos acompanhe nas nossas redes sociais e no blog.

Abraço.

Vacinas

Resolvi escrever este artigo após as notícias do retorno de doenças que haviam desaparecido no nosso País. Me sinto responsável, como profissional da saúde, em  divulgar informações seguras e baseadas em pesquisas científicas sérias, que possam tranquilizar os pais nos cuidados aos seus filhos. Como diz o ditado “prevenir é melhor do que remediar”.

Até o momento, o Brasil registrou 677 casos de sarampo e recebemos o alerta de risco de retorno da poliomielite que desde 1990 estava erradicada no Brasil, graças a vacina. Com a globalização e a facilidade de transitarmos por outros continentes, se não estivermos vacinados, podemos trazer a doença para o Brasil e transmitir para alguém que não esteja imunizada. Portanto pessoas que não estão imunizadas podem trazer doenças erradicadas e contaminar outras pessoas.

Desde 2011 observa-se a queda de cobertura vacinal, talvez o desaparecimento da doença, pode ter dado a impressão de que a vacinação seja desnecessária. Outro motivo, pode ser as Fake News, que se espalham mundialmente e que aumentou 300% os casos de sarampo na Europa, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Vale alertar que estudos que advogam contra as vacinas, são de evidência científica fraca e alguns cientistas foram condenados por fraudes. Mas como qualquer medicamento, as vacinas podem causar efeitos adversos, no entanto, os benefícios são muito maiores do que as reações adversas.

Alguns exemplos de reações adversas:

  • BCG (protege contra tuberculose): 10%  apresentam gânglios ou abscessos na pele e axilas.
  • Penta (protege contra difteria, tétano, coqueluche, meningite, infecções graves pelo Haemophilus influenza tipo b): Geralmente entre as primeiras 48 a 72 horas que se seguem à sua aplicação, sendo o componente pertússis (coqueluche) o principal responsável por reações leves ( dor, febre, edema no local da aplicação), de resolução espontânea e desprovida de complicações ou sequelas, não constituindo contraindicações para a administração de doses subsequentes da vacina.
  • Tríplice viral (Sarampo, caxumba e rubéola): -0,1% apresentam reações locais e 1 para cada 2,5 milhões de pessoas vacinadas apresentam inflamação das meninges e associação com o autismo foi descartada.

Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) alerta para os riscos do sarampo que pode causar graves problemas de saúde, como pneumonia, cegueira, inflamação do cérebro e até mesmo a morte. Por isso, é importante tomar medidas para prevenir a introdução e disseminação do vírus do sarampo. A principal delas é a vacinação da população suscetível.

Outro detalhe importante é que o calendário vacinal abrange crianças, adultos, gestantes, idosos, indígenas. Portanto toda a população pode procurar a unidade básica de saúde para se informar e receber as vacinas.

Entre os dias 6 e 31 de agosto, a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo vai reforçar a proteção de crianças de um a menores de cinco anos contra essas doenças já eliminadas no Brasil.

Fonte:

http://bvsalud.org/

Clique para acessar o manual_procedimentos_vacinacao.pdf

http://agenciabrasil.ebc.com.br