O sling é o carregador seguro

Uma pesquisa realizada no Canadá e publicada na revista médica Pediatrics, descobriu que o uso de sling por três horas por dia reduziu o choro do bebê em 43% no geral e em 54% durante a noite. O choro do bebê causa liberação de hormônios do estresse em bebês e adultos. Assim, menos choro significa menos estresse e ansiedade tanto para o bebê quanto para os pais.

O sling promove o desenvolvimento físico do bebê. O posicionamento vertical de uma criança carregada promove a força do pescoço e o controle da cabeça. O posicionamento plano dos assentos e berços não promove esse desenvolvimento físico. O movimento constante de carregar não é apenas calmante para o bebê, mas também promove o equilíbrio e o desenvolvimento da orelha interna.

Sling melhora a produção de leite materno e amamentação. O contato físico com a criança faz com que as mães liberem um hormônio chamado ocitocina. A ocitocina promove a descida do leite materno. Muitas mulheres também são capazes de amamentar o bebê no sling, permitindo um fácil manuseio sem as mãos, o que é especialmente útil para mães com mais de um filho.

O sling promove o desenvolvimento neurocomportamental e fala. Os bebês carregados têm uma visão do mundo em constante mudança. Eles estão expostos a vozes variadas, emoções e expressões faciais, o que é crucial para o desenvolvimento neurocomportamental. Os bebês carregados geralmente ouvem mais linguagem. Quanto mais palavras um bebê ouvir, mais palavras ele dirá quando criança.

O sling melhora ligação materno-infantil e apego pela produção de ocitocina. O forte vínculo materno-infantil promove melhores cuidados ao bebê e diminui a incidência de depressão pós-parto.

O Sling ajuda a se exercitar! Carregar o bebê durante o dia é um excelente treino para os pais, e uma ótima maneira de entrar em forma depois da gravidez. Com o bebê amarrado a você, cada passo dado pela casa ajuda a exercitar as pernas, as costas e o abdômen. À medida que o bebê ganha peso, a intensidade do treino aumenta lentamente.

Previne a Plagiocefalia é o termo médico para uma assimetria no crânio dos bebês além da habitual, geralmente provocada pela posição constante em que a criança é colocada para dormir ou fica a maior parte do tempo. A cabeça acaba ficando com um formato ovalado para um dos lados.

Referência:

https://childrensmd.org/browse-by-age-group/newborn-infants/should-you-wear-a-baby-sling/

92% das mães relataram problemas nos primeiros dias da amamentação.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que 92% das mães relataram problemas nos primeiros dias da amamentação. Elas tiveram dor, mamilos doloridos, não conseguiam fazer o bebê sugar e se preocuparam se estavam produzindo leite suficiente.

Brooke Scelza, uma antropóloga da Universidade de Los Angeles (EUA), teve dificuldades em amamentar seu filho e quis pesquisar outras culturas onde as mães são conhecidas pelo sucesso na amamentação: Himba, um deserto no norte da Namíbia. Ali vive um grupo étnico isolado das cidades modernas, as mães ainda têm seus filhos em casa, e todas amamentam. As mães da região fazem a amamentação parecer coisa fácil. Elas carregam os bebês nas costas e quando eles choram, o pegam, alimentam, e devolvem às costas, diz a pesquisadora.
Scelza e sua equipe pensaram em várias hipóteses para explicar esta facilidade das mães da Namíbia em amamentar, as mães do vilarejo ficam com os filhos nos braços assim que eles nascem, sem nenhum tipo de restrição.

Scelza entrevistou 30 mulheres do grupo para entender melhor suas experiências com a amamentação, especialmente nos primeiros dias depois do nascimento. Sua descoberta é que 60% delas passam pelas mesmas dúvidas e desconfortos que as mães ocidentais, mas que recebem informações preciosas de suas próprias mães.

“Quando as mulheres esperam pelo bebê, elas costumam ir para a casa das mães ainda no terceiro trimestre da gestação, e ficam ali por meses depois do nascimento”, explica ela. A avó da criança mostra tudo que a mãe de primeira viagem precisa saber para cuidar do recém-nascido.

“Suas mães geralmente dormem com elas na cabana a partir do nascimento, e acordam a nova mãe dizendo: ‘está na hora de alimentar seu bebê!’”, conta a pesquisadora.

A hipótese mais provável deste estudo de observação é que não há instinto natural e simples de entrar em ação, mas sim a presença de uma professora 24 horas por dia, todos os dias.

A antropóloga Meredith Small, no livro Our babies, ourselves: how biology and culture shape the way we parent, refere que se o bebê é retirado dos braços da mãe nas primeiras horas de vida, o processo todo pode ser prejudicado.
Após nascimento do bebê, manter em contato pele a pele e estimular aleitamento materno é fundamental para o sucesso da amamentação.
Este estudo revela o quanto é importante apoio da família,  amigos, companheiro, profissionais da Saúde  para as mães se sentirem seguras e confiantes.
Fonte:

A chave está na educação: Aprender como prevenir acidentes em casa e desenvolver comportamentos de segurança.

A segurança dentro de casa tem sido objeto de muitas pesquisas no mundo. Uma revisão sistemática da Cochrane procurou sintetizar as conclusões dessas pesquisas para mostrar quais medidas de segurança são mais eficazes para prevenir os acidentes domésticos. Esse resumo acaba de ser traduzido para o português pela equipe do Centro Cochrane do Brasil, e mostra que a chave está na educação: é benéfico educar os residentes de uma casa pessoalmente sobre como evitar risco de acidentes em casa e desenvolver comportamentos de segurança. Isso inclui, por exemplo, ter os telefones de centros de intoxicação ou socorro facilmente acessíveis, colocar grades nas escadas para prevenir quedas, protetores nas tomadas e dificultar o o acesso das crianças à remédios e produtos de limpeza.  Aumentar a consciência das pessoas sobre a importância de prevenir os acidentes domésticos e manter a casa segura.Educação para segurança doméstica e fornecimento de equipamentos de segurança para prevenção de lesões

A importância da Shantala para auxiliar no desenvolvimento saudável do bebê

Frederick Leboyer, médico obstetra francês que trouxe a técnica da massagem para o ocidente em 1970, conta que em Calcutá a mais abandonada de todas as cidades da Índia, numa bela manhã de sol, encontrou Shantala, sentada no chão, massageando seu bebê. A massagem parecia um ritual, lento e harmônico e com toque firme.  O nome Shantala, é em homenagem a mãe que estava massageando seu filho. O médico pediu permissão para fotografar os passos da massagem e publicou em seu livro.

O ideal é realizar diariamente, após o primeiro mês de vida, antes do banho, a massagem no bebê com óleo vegetal aquecido, o tempo da massagem varia em torno de 20 a 30 minutos. É muito importante que o ambiente esteja aquecido, tranquilo e que a mãe tenha tempo para curtir esse momento com o bebê sem cuidar o relógio. O olho no olho e a interação entre os dois são fundamentais para o bebê. A técnica da massagem tem como princípio a circulação energética, o carinho, tato e o brincar. Auxilia a Prevenir cólicas e agitação do bebê além de serem ideais para transmitir segurança e confiança, sentimentos que serão guardados nas suas lembranças e irá influenciar suas relações com o mundo. Quem recebe amor, aprende a retribuir com amor, se tornando adultos equilibrados e tranquilos. A massagem de origem indiana e milenar é a comemoração da vida e do amor, é uma forma de a mãe transmitir ao seu filho a segurança do ventre e nutrir este ser para desenvolver-se saudavelmente seu corpo físico, mental e emocional. O toque na pele é a primeira comunicação com o mundo. As mães na Índia acreditam que para o bebê, ser acariciado, massageado, amado, é tão importante quanto ser amamentado. Esse aprendizado é passado de mãe para filha.

Benefícios da Shantala para o bebê:

– Fortalece o sistema imunológico;

– Alivia tensões e ansiedade;

– Desenvolvimento motor e emocional;

– Reforço do vínculo e da segurança;

– Ajuda no crescimento de relações saudáveis;

-Promove sono tranquilo e alívio das cólicas;

– Aumenta a percepção corporal, relaxamento e prazer.

Benefícios para quem aplica a Shantala:

– Estabelece vínculo;

– Desenvolvimento de habilidades para tocar no bebê;

– Promove conhecimento do corpo do bebê;

– Aprende comunicação de sentimentos pelo toque;

– Atua favoravelmente no combate às cólicas do bebê;

– Entra no clima da massagem e diminui seu estresse.

Referencial Bibliográfico:

Leboyer, Frederick. Shantala massagem para bebês: Arte tradicional. Tradução de Luiz Roberto Benati e Maria Silva Cintra Martins. São Paulo: Ground, 1995.

Veríssimo, Manuela; Bárcia, Sônia. A importância da massagem do bebé para as atitudes face à maternidade. Rev. Psicologia, Saúde & Doenças v.11 n.2 Lisboa: 2010. Disponível em: <http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1645-00862010000200008> Acessado em 10 de setembro de 2017.

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Consultoria em Aleitamento Materno

A chegada do bebê é um momento mágico de transformação e muito amor. A amamentação é o alimento recomendado desde o nascimento até os 6 meses de vida do bebê.
Com o início da amamentação, podem surgir alguns probleminhas! É muito importante solicitar a visita da consultora em aleitamento o quanto antes e resolver qualquer dificuldade para que o momento da amamentação seja total conexão da mãe com o bebê.
Entre em contato: (51) 9 8405-6323
Michele Ferreira
Enfermeira Neonatal
Coren RS 156370
Consultora em Aleitamento Materno

Curso de qualificação para babá

Curso presencial, individualizado para cada família e seu contexto. Com objetivo de contribuir com as famílias que optam em contratar babás para que esta profissional possa ter qualificação técnica para o cuidado.
Solicite mais informações pelo tel: (51)9 8405-6323 ou e-mail: aconchegoblog@gmail.com

Temos na modalidade online, com a possibilidade de esclarecer dúvidas por skype ou e-mail. Link para o curso online: https://goo.gl/kS4w82